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Colorado-PR

Umberto Junior fala sobre a experiência de narrar sozinho as montarias em cavalo

Em entrevista Umberto falou sobre a experiência de 2016 e o que espera de 2017, além de contar um pouco da sua vivência com o Cutiano.

EJ: Como começou sua ligação com o Cutiano?

UJ: Eu sempre gostei da modalidade Cutiano, mas no meu começo, eu só tinha oportunidade para narrar touros e, quando narrava cavalos, eu narrava rodeios mais regionais. Comecei a narrar grandes rodeios, que realizavam, Cutiano, mas era sempre escalado para narrar touros, porém, sempre deixei as comissões decidirem o que eles queriam de mim. E quando tive as oportunidades de narrar o Cutiano, sempre encarei com muita alegria, pois eu gostava de modalidade e estar narrando era uma realização pessoal e profissional, fui me identificando até Colorado, através do Marcelo Sichieiri, me colocar para narrar só Cutiano. E teve outras oportunidades, como por exemplo narrar as duas finais da Copa Panther.

EJ: Como você já disse e mostrou em várias oportunidades que gosta, é fã da modalidade. Cite alguns competidores que você admira o trabalho

UJ: Fica até difícil mencionar nomes, são muitos competidores qualificados, mas vou falar quando eu ainda era expectador como José Mariano, Luiz Antônio Nascimento, Vilson Martins (batata) que quando eu era criança e eles já estavam no auge, ganhando eventos, são competidores que lembro bem.

EJ: Passado a fase do ‘garoto’ que via tudo pela TV, chegou um momento que você encontrou todas essas feras para narrar, como foi essa experiência?

UJ: O primeiro grande rodeio que eu narrei com grandes nomes reunidos, foi Aparecida do Taboado (MS).  Eu já tinha uma bagagem, já estava na estrada, mas sempre no meio da narração, você sai um pouco do profissional e vem para o pessoal. Você pensa: “Meu Deus estou narrando esses caras que um dia admirei pela TV”, mas com o tempo você se acostuma, mas não deixo de admirá-los.

EJ: Uma montaria, encontro inesquecível da modalidade?

UJ: Acredito que foi em Colorado, ano passado, 2016, Nilton Donizete, montando Cheiro de Malícia da Cia WR

EJ: O que a modalidade Cutiano em Colorado, representa para o Brasil?

UJ: Colorado, faz um Cutiano forte, um modelo para muitos rodeios, faz com que quem não conhece a modalidade repensar no assunto. O competidor da modalidade que ganhar Colorado, pelo nome da festa, pelos animais contratados, pelo que converso com os competidores, é algo muito grande. Muitos deles disseram em entrevistas, que sonham mais ganhar em Colorado que o próprio Barretos, daí você a importância desse rodeio em Cutiano para nosso país. Um modelo a ser seguido.

EJ: A responsabilidade de narrar o rodeio inteiro de Colorado na modalidade Cutiano este ano, pesa menos do que ano passado?

UJ: Rapaz (RS), acho que o peso é maior ainda. Ano passado foi como se fosse um teste, uma novidade, deu uma boa repercussão, fiquei feliz os elogios que recebi, mas esse ano, todo mundo está esperando um bom trabalho de novo, então a ansiedade e a vontade ao mesmo tempo de fazer um bom trabalho, já toma conta, mas, vamos fazer de tudo para corresponder a responsabilidade assim como no ano passado.

FESTA DO PEÃO DE COLORADO

QUANDO: Dias 17,18, 23, 24, 25 e 26 de março

ONDE: Parque de rodeio Benedito Ignácio Ribeiro, Rod. Branco Mendes, Km 51, PR-453

INFORMAÇÕES: (44) 3323-2755  www.coloradorodeio.com.br 

INGRESSOS: https://goo.gl/joUfHZ 

Por Eugênio José – MTB: 67.231/SP

contato@eugeniojose.com.br

Foto: Rodolfo Lesse 

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